domingo, 4 de março de 2018

A Depressão de Agar

                            

Quantas vezes choramos e pouco de nós paramos para pensar que uma lágrima tem valor? 
Deus tem um propósito na vida de cada um e muitas vezes as lágrimas derramada num lugar certo nos mostra, como ser sinceros não diante dos homens, mas diante de Deus. 
Choro, pranto, choro em excesso ou ato de chorar é um efeito fisiológico dos seres humanos que consiste na produção em grande quantidade de lágrimas dos olhos, geralmente quando estão em estado emocional alterados como em casos de medo, tristeza, depressão, dor, saudade, alegria exagerada, raiva, aflição, etc. 
Agar era uma serva egípcia de Sara, mulher de Abraão, e que foi dada pela mesma para gerar um filho de Abrão a fim de cumprir a promessa de Deus, já que Sara era estéril.  
Na verdade Sara quis dar uma ajudinha para Deus, na sua pequenina fé e deu a maior confusão e aí quem acabou levando a pior foi Agar, que acabou entrando nesta história.

AGAR; UMA MÃE SOLTEIRA E DE ALMA DEPRIMIDA 
Pelo que inferimos do texto de Gn-16), Agar, sofreu com a violência doméstica por duas vezes, Na primeira vez Agar tomou rumo ignorado; levando consigo apenas o fruto  de uma gravidez que estava em seu ventre, e o peso de uma depressão alarmante que a cercava.
Na segunda partida de Agar, Deus não dá a mesma ordem, afinal, ela agora foi expulsa, e continúa errante no seu caminho, porém, dessa vez ela não está com seu filho no ventre, mas ele já nascera, é um menino, ele está com idade entre 11 a 13 anos e, ambos estão em uma estrada cheia de perigos, armadilhas e incertezas. 
Agar desiste da vida, a única água que lhe restara findou-se, então ela deixa o seu filho distante para não ver seu filho morrer sem nada poder fazer. Agar chora. 
“Deus, porém, ouviu o choro de Agar e do menino que pedia água pra beber e, o Anjo de Deus chamou do Céu a Agar e lhe disse: Que tens, Agar? Não chores, porque Deus ouviu o choro do menino, daí onde está.” (Gn. 21:17) 
O menino do texto é Ismael, filho de Abraão com Agar, a serva de sua esposa Sara. 
Esta, com ciúmes, pediu que a mãe e o filho fossem expulsos de casa. O único caminho que restava era o deserto. 
Depois que todas as provisões acabaram, a mãe deixou o menino em um canto para morrer. 
Ismael entraria para as estatísticas de crianças que morrem desnutridas, caso não fosse um detalhe: 
Deus ouviu o choro dele. Era um choro legítimo, não era de manha. 
Mãe e filho choram, choram porque na estrada da vida, ninguém é poupado das lágrimas, sejam elas justas aos nossos próprios olhos ou não. 
Mas a verdade linda por trás do drama é que, Deus ouviu o choro do menino.  
Onde estiver uma mulher ou criança com seus direitos aviltados, a Igreja tem um dever, se sensibilizar diante da necessidade, ouvir o choro de desespero, e intervir, ser a mensageira de Deus levando boas novas de esperança.

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